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segunda-feira, 17 de março de 2014

Kit de Cogumelos pronto a produzir (Shiitake)







"Lentinula edodes"

€ 12,50

Kit de Cogumelos pronto a produzir (Repolga cinza)





"Pleurotus ostreatus"

€ 12,50

Kit de Cogumelos pronto a produzir (Portobello)




"Agaricus brunnescens"

€ 10,00

Kit de Cogumelos pronto a produzir (Champignon)




"Agaricus bisporus"

€ 10,00

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Cogumelos

Cogumelos: Viver com árvores Os cogumelos um papel importante no ecossistema da floresta e os fungos como um mercado de recursos Elsewhere Os fungos ocupam praticamente todos os tipos de ecossistemas terrestres e todos os nichos ecológicos. Sua abundância e diversidade são particularmente grandes em ecossistemas florestais onde estão presentes no solo, húmus e corpos das árvores. O que vemos deles, pé, língua ou chapéu, é apenas a parte visível de uma vida escondida estranho... Ameaças Os fungos são sensíveis às mudanças ambientais e poluição. O micélio pode ser afetada pela compactação do solo ou pelo excesso de pisoteio. O... Um reino distante Como as plantas, os fungos são imóveis. Como animais, eles se alimentam de outros organismos. Privados de clorofila, sem raízes, folhas e caules, têm intrigado os cientistas longo, que agora classificam no reino, nem planta nem animal: o reino dos fungos (de um sonho). Eles estão por toda parte Os cogumelos são milhares de espécies. O número de espécies registradas até o momento é de aproximadamente 70.000. Todos os anos novas espécies são descritas para a França e para a ciência. Alguns cientistas colocam o número em 1,5 milhões de taxa assumindo que os cogumelos são cinco vezes mais plantas. Principalmente microscópica, eles são parte da vida cotidiana: eles são encontrados tanto no fermento de pão plantas parasitando rosas... ou os pés do homem! Eles são capazes de colonizar todos os ambientes: solo, água, rochas, solo, plantas ou árvores. Do menor para o maior Alguns fungos, tais como leveduras são unicelulares. Outros, como o armilar pode cobrir uma área considerável. Em 2003, cientistas suíços têm destacado o maior cogumelo na Europa: um armilar em escalas escuras que se estende por uma área de aproximadamente 37 hectares e tem mais de 1000 anos. O recorde mundial é realizado nas florestas do Estado de Oregon, nos EUA por um indivíduo da mesma espécie, com uma área de 900 há e uma estimativa de peso de 600 toneladas. Ele pode ser considerado o maior organismo vivo na Terra. Visíveis e invisíveis, mesmo em macroscópica Os "cogumelos" que são normalmente observados são apenas a parte visível dos seres vivos, o mais importante é escondido. Este inchaço, esta língua de boi, constitui, efetivamente a frutificação sua "semente -bearing " ou melhor, " porta- esporos ", chamado de basidiomas ou corpo de frutificação. A chave, a forma vegetativa está no subsolo ou na árvore: é o micélio, composto por filamentos muito finos, muitas vezes invisíveis. O micélio é de 99 % do fruto de peso corporal e 1 %. Há também fungos frutificação subterrâneos, como trufas. Fora corpos de frutificação, os cogumelos também pode ser observado como rhizomorphs (vigas raízes micélio -like), micorrízicos ou escleródios (aglomeração forma micelial de esferas ou massas). Embora o fungo está presente na forma de micélio, a aparência do corpo de fruto é dependente das condições climatéricas e podem ser transitórias. A melhor época é o outono, mas algumas espécies aparecem na primavera. Frutificação nem sempre é fiel a cada ano: todo mundo sabe que existem bons e maus anos fungos. Por contras, algumas espécies são digamos perene: frutificação persistir ao longo do ano, como alguns polypores ou mesmo anos como Amadouvier. Um sonho do reino dos fungos Fungos anteriormente classificados como plantas hoje são Folhas reinado (um sonho): são eucariontes multicelulares, como animais e plantas, eles são heterotróficos para o carbono como animais, mas eles têm uma parede celular e são imóvel como plantas. Eles usam três estratégias para obter o carbono: simbiose saprotrophisme ou parasitismo. Eles caracterizam-se além disso por: • a produção de enzimas e absorção dos alimentos • a presença de quitina nas paredes celulares e glicogênio em vacúolos • produções semelhantes aos produzidos pelas nossas substâncias corporais, daí sua possível utilização em farmacologia • a possibilidade de desenvolvimento exclusivo de reprodução assexuada.

sábado, 15 de fevereiro de 2014

Por que os cogumelos fazem bem à saúde

Chineses e egípcios antigos já conheciam os benefícios terapêuticos do cogumelo. Dizia-se que essa planta, sem raiz nem clorofila, "afinava o sangue", reduzia infecções e até agia como afrodisíaco. Nas últimas décadas, várias pesquisas estão confirmando essas crenças e já se sabe que há pelo menos 30 variedades de cogumelos que teriam benefícios medicinais.

Entre eles, os mais conhecidos, pesquisados e cultivados entre nós são o shiitake e o Agaricus blazei. Carnudos, fritos, bem temperados com azeite, acompanhando carnes, peixes ou massas, ou simplesmente como aperitivo, os cogumelos são de dar água na boca. São dessas iguarias de paladar delicado, que enriquecem qualquer prato e que merecem ser degustadas devagar.

Utilizados como alimentos em todas as eras e culturas, os cogumelos apresentam elevado teor protéico (19 - 35%) e baixo teor de gorduras; contém ainda grandes quantidades de carboidratos e fibras, variando de 51 - 88% e de 4 - 20% (peso seco), respectivamente, para as principais espécies cultivadas. Além disso, o alimento contém quantidades significativas de vitaminas, principalmente tiamina, riboflavina, ácido ascórbico, vitamina D2 , bem como de minerais.

O cogumelo já mereceria aplausos apenas pelo seu sabor e seu valor nutricional, o que já não é pouco. Mas já há muitas pesquisas revelando que o alimento contém substâncias capazes de prevenir e reduzir o risco de certas doenças. Estudos tem demonstrado que certos cogumelos podem agir sobre o sistema imunológico de indivíduos saudáveis e enfermos, trazendo benefícios potenciais para doenças como o câncer, cardiovasculares, infecções e doenças autoimunes como a artrite reumatóide e o lúpus.
Por tudo isso, recentemente os cogumelos têm se tornado atrativos como alimentos funcionais e como uma fonte para o desenvolvimento de medicamentos. O cogumelo Agaricus blazei Murill, por exemplo, tem sido tradicionalmente usado como uma fonte de alimento funcional no Brasil para a prevenção de câncer, diabetes, hiperlipidemias, arteriosclerose e hepatite crônica.

Cogumelos: características gerais

Conhecido entre nós como champignon. O cogumelo é um vegetal que não tem raiz, nem talo, nem folhas, nem clorofila, e que se alimenta de matéria orgânica já existente. É mais frequentemente encontrado aderido à madeira, ao esterco, ao humus.

Conhecido desde tempos primitivos, algumas espécies de cogumelo são venenosas, outras alucinógenas. A grande maioria das espécies são comestíveis, mas as variedades saborosas não passam de 20. Por essas razões, nunca se aventure a recolher cogumelos na natureza, os chamados cogumelos silvestres ou selvagens, a menos que você seja um conhecedor.
É possível comprar os cogumelos frescos, congelados, secos ou em conservas. Quando frescos, algumas variedades podem ser consumidas cruas, mas a grande maioria exige ou fica mais saborosa com o cozimento. A grande vantagem do cogumelo é que ele absorve o sabor dos pratos aos quais é adicionado, o que o torna um ingrediente muito valorizado em diferentes receitas. Vai bem com pratos tão variados como mariscos e pizzas.

Cogumelos: propriedades terapêuticas

Há uma extensa literatura falando dos benefícios desses fungos, especialmente o shiitake, ou Lentinus edodes, e o Agaricus.
O shiitake também é conhecido no ocidente simplesmente como champignon, termo que também é empregado para designar todos os cogumelos comestíveis.

Essa espécie é citada pelos pesquisadores como capaz de reduzir o colesterol, ao lado de uma lista de alimentos que inclui a cevada, o farelo de arroz, a alga marinha, o leite magro e os chás, tanto o verde como o preto.

Essa mesma capacidade também é atribuída ao cogumelo preto asiático, conhecido como mo-er ou "ouvido da árvore". Essa variedade teria uma grande capacidade de "afinar o sangue", afastando os coágulos. Entre os orientais, esse cogumelo é conhecido como "tônico da longevidade". Dale Hammerschmidt, hematologista da Escola de Medicina da Universidade de Minnesota, diz que chegou a observar mudanças importantes nas plaquetas do sangue depois de comer um prato desse cogumelo preto.

Segundo pesquisadores, esse champignon contém vários componentes que "afinam o sangue", inclusive a adenosina, presente também no alho e na cebola. O médico Hammerschmidt acredita que o grande consumo pelos chineses de alho, cebola, cogumelo preto e gengibre explicaria em parte os baixos índices de doenças coronarianas entre eles.

Mas voltemos ao shiitake, que é um dos cogumelos mais consumidos entre nós. Sua principal propriedade seria uma substância descoberta e batizada de lentinan, e que seria um "modificador para melhor da resposta biológica". Alguns estudos teriam demonstrado que essa substância aumenta a atividade imunológica contra o câncer.
O lentinan, segundo algumas publicações, teria sido isolado em 1960 pelo dr. Keneth Cochran, da Universidade de Michigan. Seus estudos provaram que o lentinan exibia uma forte atividade estimulante do sistema imunológico.

A partir daí, uma série de estudos vem considerando o lentinan do shiitake uma substância eficaz para aumentar a imunidade do organismo. O lentinan seria capaz de estimular o funcionamento dos macrófagos, o que aumentaria a produção de interleucina 1, uma substância que combate os tumores.

Também seria capaz de ampliar nas células sua atividade citotóxica, de destruir as células cancerígenas. O cogumelo shiitake ainda teria a capacidade de estimular a proliferação de linfócitos T, células auxiliares especiais de proteção, aumentando também a produção de interleucina-2.

Pesquisas realizadas por cientistas da Universidade de Medicina Smmelweis, em Budapeste, Hungria, também consideram o lentinan capaz de modificar as células, aumentando sua resistência à colonização ou à disseminação de células pulmonares cancerosas. Partindo dessa informação, o shiitake pode ajudar o sistema imunológico a combater e prevenir o câncer. Por conta do lentinan, outros estudos mostraram que o shiitake é capaz de combater o vírus da gripe melhor que uma droga antiviral e antigripal.

Pelo mesmo princípio, e como qualquer alimento que estimule o sistema imunológico, o lentinan poderia ajudar no combate às infecções em geral, incluídas aquelas provocadas pelo HIV. Estudo citado em literatura diz que testes de laboratório conduzidos no Japão constataram que o shiitake é tão eficaz contra o HIV quanto o AZT, a primeira das drogas bem-sucedidas contra o Aids.

Tanto na medicina tradicional chinesa, como no resultado de alguns estudos, o shiitake aparece como sendo o tônico da longevidade, remédio para o coração, para o câncer, para a pressão arterial e para a redução das plaquetas sanguíneas aderentes. Na China, o lentinan é usado no tratamento da leucemia. Ingerido diariamente, o cogumelo shiitake fresco (85 gramas) ou seco (10 gramas) seria capaz de diminuir em 7% e 10% o nível de colesterol, respectivamente.

O cogumelo Agaricus blazei também possui a capacidade de melhorar as defesas do organismo. Vários estudos feitos com essa variedade, por pesquisadores japoneses e norte-americanos, encontraram no cogumelo Agaricus blazei componentes que estimulam a produção de novas células de defesa do organismo, tais como as células B, que produzem anticorpos (imunoglobulinas - imunidade humoral); as células T, que atacam as bactérias e vírus diretamente (imunidade celular) e as células natural killers (NK), que atacam qualquer invasão prejudicial, e representam 15% dos glóbulos brancos do sangue. Os principais componentes ativos presentes no fungo seriam os polissacarídeos Beta-D-glucana, o ácido ribonucléico, heteroglucana, xyloglucana, lecitina, etc. Introduzidos nos glóbulos brancos, esses elementos liberariam anticorpos que destroem ou impedem a proliferação de células cancerígenas A presença de esteróides naturais (ergosterol), também é relevante na ação anti-cancerígena.

Alguns estudos mostram também que cogumelos em geral, principalmente aqueles da variedade Agaricus blazei auxiliariam no controle da pressão arterial, do colesterol e da arteriosclerose pela sua riqueza em fibras e gorduras não saturadas. A espécie blazei também seria rica em vitaminas B1 e B2, além de apresentar grandes quantidades de ergosterol que pode ser convertido em vitamina D2 quando seco ao sol ou desidratado.
Cogumelos: últimas considerações

A busca por substâncias ou métodos que aumentem ou potencializem o sistema imunológico, de forma a induzir uma resistência sem causar efeitos colaterais deletérios ao organismo, tem sido uma das mais importantes buscas da ciência na cura contra o câncer e outras doenças debilitantes.
Diante dos possíveis efeitos benéficos proporcionados pelos cogumelos, especialmente as espécies Lentinus edodes (shiitake) e Agaricus blazei, fica evidenciado a importância de mais pesquisas experimentais e clínicas com esses alimentos, com o objetivo de elucidar de forma mais precisa o papel desses cogumelos como agentes preventivos e curativos.

A história do cogumelo

O cogumelo tem uma longa história. Alguns estudiosos registram vestígios desse fungo num período que vai de 3.000 a 7.000 anos atrás. Na América anterior à descoberta, "cogumelos mágicos" eram empregados em cerimônias religiosas, por suas propriedades alucinógenas.

Por sua capacidade de brotar rapidamente da madeira apodrecida ou do esterco dos animais, os antigos viam no cogumelo um sinal religioso. Os egípcios acreditavam que os cogumelos eram oferenda do Deus Osíris. Os romanos pensavam que os cogumelos eram resultados dos raios lançados sobre a terra por Júpiter, durante as tempestades, o que explicaria sua "aparição mágica".

Entre os chineses, os cogumelos eram procurados nas matas para serem empregados com fins medicinais há 3.000 anos. Até 40 anos atrás, o consumo de cogumelo ainda se limitava à colheita das espécies silvestres. No mercado, custavam caro e só eram encontrados em casas especializadas.

Hoje é bem diferente. O número de plantadores cresceu muito, o preço ficou acessível e os cogumelos podem ser encontrados nas feiras e supermercados. Quem quiser aprender a cultivá-los, basta procurar sites na internet.

O aumento da produção e do consumo veio na esteira das pesquisas. Não por acaso, foram os japoneses que mais pesquisaram os cogumelos, e são eles os maiores consumidores e defensores dos seus benefícios. Estima-se que já existam mais de 30 tipos de cogumelos catalogados como tendo propriedades terapêuticas. As espécies mais consumidas e pesquisadas, e mais conhecidas entre nós são o shiitake, o Agaricus blazei e o reishi.

Pequeno dicionario do mundo dos cogumelos




Substrato ou Composto:

Composto utilizado como base para o cultivo dos cogumelos, ou seja, seu "solo". Muitos cogumelos se desenvolvem naturalmente em toras de madeira, mas o composto se torna um meio mais eficiente de produção. É formado por materiais vegetais como bagaço de cana, capim, farelo de trigo, arroz, milho, aveia e serragem, e recebe nutrientes, como cálcio, gesso e uréia, para o equilíbrio de pH (nível de acidez do substrato). Atualmente, existem empresas especializadas na produção do composto (substrato).

Frutificação:

É neste processo que o composto, ou tora, depois de inoculado, vai para a área de desenvolvimento, onde recebe os cuidados de cultivo para que o cogumelo se desenvolva.

Inoculação:

É o processo de "semeação" do cogumelo. Neste processo, a tora de madeira ou o composto (substrato) são "contaminados" pela matriz (spawn) do fungo. Feito este processo, o cogumelo está pronto para se desenvolver.

Matriz ou Spawn:

É a "semente" dos cogumelos. Para que haja uma produção eficiente e satisfatória, é necessário que as matrizes sejam desenvolvidas em laboratórios especializados, em ambiente de total assepsia (esterilizado), para que não haja contao com outros fungos competidores.

domingo, 9 de fevereiro de 2014

CHAMPIGNON DE PARIS



O Champignon de Paris (Agaricus bisphorus) é o cogumelo mais consumido no mundo e o mais popular em Portugal, e isto se deve à facilidade que esta espécie tem de se adaptar a diferentes tipos de habitat. Desenvolve-se, em nosso país, com temperaturas em torno de 20°C.
O Champignon foi a primeira espécie de cogumelo a ser cultivada no Brasil.  O cultivo foi iniciado pelos imigrantes chineses, que chegaram no Estado de São Paulo, no século XX, especialmente pelos da região de Mogi das Cruzes (SP) que é, até hoje, o maior produtor nacional desta espécie. Nesta região são produzidas 10000 toneladas de cogumelos, o que representa 80% da produção nacional.
Basicamente, existem dois tipos de Champignon: o tradicional Champignon de Paris (de cor branca), mais consumido em Portugal, e o Champignon Portobello, no Brasil, de cor parda. Ambos possuem características semelhantes e qualquer outra semelhança com o Agaricus blazei não é mera coincidência, pois são da mesma família e seus processos de produção são muito parecidos.
 
Um dos principais atrativos para o início da produção de champignon é a sua alta produtividade com relação aos outros cogumelos e também o pequeno espaço que requer para uma satisfatória produção, gerando em pequenas propriedades rurais produtos de alto valor agregado.
O substrato a ser utilizado pode ser adquirido já inoculado ou ser preparado pelo produtor, ele é composto de palha de milho, farelo, palha de arroz e variedades de capim forrageiro, todos livres de resíduos de agrotóxicos, assim como a terra utilizada.
Posteriormente ao substrato, o produtor precisa dar maior atenção às condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento do Champignon. A temperatura, pode ser controlada por isolamento térmico e/ou outros equipamentos fundamentais, como nebulizadores e irrigadores, que garantem o controlo da umidade dentro da estufa. Nessas condições ideais de temperatura e umidade, é possível colher o Champignon em cerca de 30 dias.

O ponto ideal de colheita depende de sua destinação. Se for para empresas beneficiadoras de cogumelo, que vão conservar o Champignon, o certo é que se colham os cogumelos mais novos (pequenos e médios). Se for para o consumo in natura (fresco) ou desidratado (seco), a preferência é por cogumelos maiores e mais vistosos, pois quando desidratado, o champignon perde cerca de 90% de seu peso.
Hoje, o champignon em conserva é o mais encontrado no mercado, porém, ainda não é para todos, pois o preço é um pouco elevado para o consumidor final, restringindo-o às classes mais abastadas.
O champignon é tenro e delicado, com sabor levemente térreo eles podem ser utilizados nas mais variadas formas. Muito utilizados como entradas, em saladas, como guarnição e até como prato principal. Em Portugal ele é utilizado no strogonoff. Além de saborosos os champignons contém em média 340 g/Kg de proteína bruta. Se comparado com outros alimentos, o conteúdo de proteínas do champignon é superior a maioria dos vegetais.

Todos aminoácidos essenciais estão presentes nos champignons, uma vez que só existem traços de cisteína e metionina e muito pequenas quantidades de triptofano.
As quantidades de lipídios são relativamente pequenas, em média 2g/kg. Mais de 80% dos ácidos graxos são insaturados, o que leva a considerar o champignon um alimento saudável, já que os ácidos graxos insaturados são essenciais à dieta. É especialmente abundante o ácido linoléicos, que se supõem estarem presentes na faixa de 63% dos ácidos graxos totais, seguidos pelos ácidos palmíticos, esteárico, araquídeo e o oleico.

Os carboidratos constituem seu principal componente, em média 42g/kg. O conteúdo em carboidratos constitui grande quantidade de compostos, entre outros, pentoses (xilose e ribose), metil pentoses (fucose e ramnose), hexoses (glucose, galactose e manose), aminas (glucosamina e N-acetilglucosamina), dissacarídeos (sacaroses), álcoois (manitol e inositol) e ácidos (galacturônico e glucorônico). O Manitol se apresenta em concentrações particularmente altas.

O conteúdo em fibras é aproximadamente de 104g/kg, cujo principal componente é a quitina, importante polissacarídeo estrutural encontrado nas paredes celulares dos cogumelos.
Os champignons, são uma boa fonte de riboflavina, niacina e ácido pantatênico,  e também de tiamina, ácido ascórbico, biotina e vitaminas K e B12.
Possuem quantidades consideráveis de potássio, fósforo, cobre e ferro, cálcio. Eles também proporcionam  quantidades significativas de outros elementos associados com a atividade enzimática, como magnésio, molibdênio e especialmente zinco.

Informação Nutricional
Quantidade por porção de 10g seco
% VD*
Valor calórico
4,34 Kcal
0,17%
Carboidratos
0,80g
0,21%
Proteínas
0,34g
0,68%
Gorduras Totais
0,08g
0%
Gorduras Saturadas
0
0%
Colesterol
0
0%
Fibra Alimentar
0,23g
0,77%
Cálcio
0,91mg
0,11%
Ferro
0,23mg
1,64%
Sódio
0,69mg
0,02%
(*) Valores Diários de Referência, com base em uma dieta de 2500 calorias